Soneto ipuense nº 9

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quando tenho a “bica” e ipu ao lado

nada me impede o contentamento

nem mesmo a água do batizado

faz-me esquecer o sofrimento

quando tenho a “bica” e ipu ao lado

tudo volta sem padecimento

mas mesmo assim fica engatilhado

na rudeza do meu pensamento

que as tem como a brisa do mar

refrescante quanto verdejante

nos lírios do sono a passar

no canto do vento fulgurante

e na plenitude do pensar

nos pingos das águas a soprar

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