Casa de Cultura de Ipu está sendo reforfamada

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O prédio da Casa de Cultura Valderez Soares está passando por uma ampla reforma na sua estrutura. Construído no tempo do Império, 1925, há praticamente 94 anos, o prédio durante vários anos serviu como “Cadeia Pública” com sua inauguração ocorrida no dia 29 de março de 1933 (foto ao lado).

Fatos históricos – O edifício foi transformado oficialmente em Casa de Cultura levando o nome da saudosa Valderez Soares; inaugurado em grande estilo no dia 29 de março de 2003. Hoje o prédio conta com a sua expressão da cultura, abrigando em suas dependências um Memorial que mostra objetos históricos do município de Ipu e um Auditório de Eventos que leva o nome da “Índia Iracema” do famoso romance de José de Alencar .

Na gestão “Seguindo Avançando” à frente o prefeito Sérgio Rufino, o prédio da Casa de Cultura Valderez Soares está sendo pintado de acordo com Projeto de Lei nº 32/2013 aprovado no Legislativo de Ipu, sua arquitetura e cores são muito semelhante a vários casarões históricos, dentre eles o Centro Histórico do Ceará-Mirim no Rio Grande do Norte, antiga Rua Aurora do “Solar da Família Sá” (Foto ao lado), com seu estilo “Art Nouveau”, onde valoriza as linhas sinuosas e assimétricas do edifício, com tons do vermelho e o amarelo. Fonte: Aconteceu Ipy.

Author: Prof. Sebastião Valdemir Mourão

SÍNTESE SOBRE O AUTOR

Professor universitário aposentado.

Nasceu em Ipu Ce a 24/06/1952.

Mestre em Letras / Linguística pela UFSC em 1989, onde foi membro da comissão que reestruturou o curso de Mestrado e que implantou o Doutorado em Letras na  Universidade Federal de Santa Catarina.

Lecionou nos melhores colégios do Ensino Médio de Fortaleza. Recebeu várias honrarias como professor e possui diplomas de cursos e seminários nacionais e internacionais.

É membro de várias associações e academias, dentre elas ocupa a cadeira n°19 da Academia Cearense da Língua Portuguesa  da qual foi seu presidente em dois mandatos e a cadeira nº 2, da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes da qual foi presidente e fundador.

Foi Conselheiro do Conselho Estadual de Educação do Ceará, ocupando a Presidência da Câmara de Educação Básica por vários anos.

Figura na Enciclopédia de Literatura Brasileira de Afrânio Coutinho; no Dicionário da Literatura Cearense de Raimundo Girão e Maria da Conceição Sousa e na mais recente publicação da crítica cearense, intitulada Crítica Reunida de Giselda Medeiros.

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